O time saiu de 4 para 18 designers em 9 meses. A liderança percebeu um padrão: engenharia reclamava de ambiguidades, PMs reclamavam de imprevisibilidade e designers reclamavam de “refazer tudo”.
Design Ops não “arrumou o Figma”. Ele redesenhou o sistema:
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criou um intake leve com critérios de risco e definição de pronto,
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instituiu uma crítica semanal com foco em tese/alternativas/decisão,
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padronizou um pacote mínimo de handoff (estados, regras, exceções),
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definiu governança do design system com ciclo de manutenção.
Em 6 semanas, caiu o retrabalho e aumentou a confiança no design — não por mágica, mas porque o sistema ficou legível.