Design 3D é construir objetos digitais que têm largura, altura e também profundidade. Em vez de uma imagem chapada, a pessoa vê algo que parece ter volume de verdade, e por isso consegue girar, dar zoom e entender melhor a coisa antes de decidir.
Na interface, esse recurso aparece em visualização de produto, em elementos com profundidade e em experiências mais imersivas. Ele ajuda principalmente quando a foto plana não dá conta de contar a história toda, ou seja, quando tamanho, textura e funcionamento fazem diferença na decisão.
É importante perceber que 3D não é só enfeite. Bem usado, ele reduz dúvida e devolução, porque a pessoa entende melhor o que está comprando. Mal usado, pesa a tela e atrapalha a leitura. A pergunta que vale fazer sempre é se aquela profundidade ajuda a entender ou só chama atenção.