Design de privacidade é tratar a proteção de dados como decisão de produto já no planejamento, e não como termo de uso colado na hora do lançamento. Isso inclui coletar só o necessário, pedir consentimento de forma clara e deixar a pessoa ver, corrigir e apagar o que é dela.
O princípio central é a privacidade como padrão, ou seja, a configuração mais protetora já vem ligada de fábrica, sem a pessoa precisar caçar opção. E a coleta serve a um propósito claro, em vez de existir por um “vai que um dia precisa”.
No Brasil, isso conversa direto com a LGPD, com minimização de dado, finalidade definida e direito de acesso e exclusão. Por isso não é só conformidade legal, e sim o que sustenta a confiança ao longo do tempo.