Interface generativa é a ideia de que a tela não vem pronta e congelada: a IA decide e monta, no momento, quais componentes mostrar com base no que a pessoa pediu e na situação. Em vez de uma jornada desenhada para todos, cada pessoa recebe um arranjo que faz sentido para aquele pedido.
É uma tendência forte de 2026 e ainda muito instável. A promessa é uma experiência que se molda à intenção real da pessoa. O desafio é que, quando a interface muda toda hora, a pessoa perde os pontos de apoio que aprendeu, e consistência e previsibilidade, que são base de usabilidade, ficam em risco.
Para quem desenha produto, o trabalho deixa de ser desenhar a tela final e passa a ser desenhar o sistema que gera telas: os componentes possíveis, as regras de composição e os limites do que a IA pode montar. Você projeta o espaço de possibilidades, não cada resultado.