Avaliação heurística é uma revisão feita por quem entende de usabilidade, comparando a interface com um conjunto de princípios já reconhecidos. Em vez de observar um usuário real, a pessoa usa o próprio conhecimento pra apontar onde o design viola regras que costumam gerar problema.
O método foi formalizado por Jakob Nielsen e Rolf Molich no começo dos anos 90. As 10 heurísticas de Nielsen viraram o quadro mais usado e seguem valendo até hoje, porque descrevem propriedades de uma boa interface, como dar feedback, falar a língua do usuário, prevenir erro e favorecer o reconhecimento em vez da memória.
O grande ganho aqui é o custo. Ela acha muitos problemas óbvios de forma rápida e barata, antes de você gastar com teste de usuário. O limite é que o especialista não pega tudo, já que problema preso a modelo mental, contexto cultural ou conhecimento de tarefa só aparece quando gente real está usando.