Humano no circuito é o desenho em que o sistema de IA não age sozinho até o fim: em pontos críticos, ele para e espera a confirmação de uma pessoa. O modelo propõe, a pessoa decide. É a forma mais direta de manter controle quando a IA passa a executar, e não só sugerir.
No trabalho de produto, isso vira decisão de onde colocar o pedágio. Ações baratas e reversíveis podem rodar sozinhas. Ações caras, irreversíveis ou de risco, como apagar dados ou enviar dinheiro, pedem confirmação humana. O bom design é saber quais ações merecem o passo extra sem encher a pessoa de cliques inúteis.
Quando bem feito, o humano no circuito dá confiança sem matar a velocidade. Quando mal feito, ou vira fricção em tudo, e a pessoa começa a clicar em confirmar no automático, ou some justo onde mais importava.