Padrões de interação são soluções padronizadas pra um desafio comum de interface, ou seja, jeitos reutilizáveis de definir como a pessoa navega, fornece informação, recebe feedback e cumpre tarefa, sempre apoiados numa expectativa que ela já tem. Em vez de reinventar o básico, o time usa aquilo que as pessoas já conhecem de outros produtos.
O ganho aqui é cognitivo. Quando o produto segue um padrão conhecido, a pessoa aplica o que aprendeu em outro lugar e entende a interface na hora. Se ela aprendeu como o dropdown funciona num site, espera que ele funcione igual em todo canto, então brigar contra esse aprendizado só cria atrito.
O exemplo clássico é o caixa eletrônico. Você usa qualquer um porque inserir o cartão, digitar a senha e escolher o valor seguem o mesmo padrão em qualquer banco. O produto digital ganha essa mesma familiaridade quando respeita o padrão estabelecido, e isso acelera o onboarding e baixa o custo de suporte.