PDCA vem de Plan, Do, Check, Act, ou seja, planejar uma mudança, executá-la em escala pequena, checar o que aconteceu e então agir, padronizando se deu certo ou ajustando se não deu. Depois disso, o ciclo roda de novo, porque a lógica por trás é melhorar testando, em vez de chutar e torcer.
O grande ganho do PDCA é não apostar alto no escuro, porque você valida uma mudança num teste controlado antes de espalhá-la pra operação inteira, o que reduz o risco e ainda gera aprendizado sobre o seu próprio contexto, e não sobre o caso de outra empresa.
Em produto, o PDCA conversa diretamente com experimentação e com melhoria de processo. Ele é primo daquela lógica de hipótese, teste e iteração que o time já costuma usar no discovery, então tende a encaixar com naturalidade na rotina.