Prototipagem rápida é fazer uma versão tosca e testável de uma ideia depressa, pra testar suposição e colher feedback antes de assumir qualquer compromisso caro. O ponto aqui não é capricho, e sim velocidade de aprendizado.
A lógica por trás é simples: testar muita ideia barata e rápida rende mais que testar uma só, lenta e cara. Assim você explora o espaço de solução em largura, em vez de apostar tudo na primeira ideia sem validar nada. Uma falha barata ensina, enquanto um produto caro que erra o alvo dói de verdade.
Existem variações conhecidas dessa abordagem. O Wizard of Oz simula o que parece automático com gente por trás, pra testar o valor antes de construir a tecnologia. Já o Concierge MVP entrega o serviço na mão pra um grupo pequeno, pra validar a demanda antes de escalar.