Smartwatch é um dispositivo de pulso, com tela pequena, que estende o celular pra ações rápidas. A regra que governa tudo ali é o relance: a pessoa olha por dois ou três segundos, vê o que precisa e abaixa o braço. Por isso o design no pulso é mais sobre tirar do que sobre acrescentar.
Isso muda o que entra na tela. Você trabalha com botões grandes, contraste alto, pouca informação por vez, gestos simples como toque, deslize e pressionar, e voz pra compensar a ausência de teclado. A meta não é replicar o app inteiro, e sim entregar o pedaço que faz sentido no pulso.
Na prática você projeta a notificação, a resposta rápida, o dado de saúde, a confirmação. Tudo que exige leitura longa ou digitação volta pro celular, porque é onde aquilo cabe de verdade.