Ordenação é mudar a sequência de um conjunto de itens segundo um critério, como ordem alfabética, data, preço, relevância ou nota. Repare que ela não tira nada da lista, só muda o que a pessoa vê primeiro e o quanto consegue comparar. Quinhentos produtos em ordem aleatória são difíceis de varrer, mas ordenados por preço viram úteis na hora.
Na prática, ordenação anda junto com filtro, e vale entender a divisão de trabalho entre os dois. O filtro reduz o conjunto, tirando o que não serve, enquanto a ordenação organiza o que sobrou. Um controla o escopo, o outro a sequência.
O maior ponto cego é a ordem padrão, porque ela define o que todo mundo vê antes de tocar em qualquer coisa. “Mais vendidos”, “mais recentes” ou “relevância” carregam, cada um, uma prioridade diferente. E um padrão que serve só ao comercial, como “patrocinados” disfarçado de relevante, acaba corroendo a confiança.