Custo afundado é tudo o que você já gastou e não recupera mais, seja dinheiro, tempo ou esforço. A ideia central é meio contraintuitiva: como ele não volta de jeito nenhum, ele não deveria influenciar a decisão sobre o futuro. O que importa é o que dá pra fazer com o que ainda resta daqui pra frente.
A armadilha tem nome: falácia do custo afundado. É quando você insiste num projeto que não anda só porque já investiu muito nele. Na prática, você acaba jogando recurso bom atrás de recurso perdido, em vez de redirecionar pra uma aposta com mais futuro.
Um exemplo comum é o time que sustenta uma função que ninguém usa porque “gastamos seis meses nisso”. Só que esses seis meses já foram, com ou sem a decisão de hoje. A pergunta certa passa a ser: isso vale a pena daqui pra frente?