Protótipo Wizard of Oz é uma técnica de teste em que a pessoa acha que está usando um sistema automatizado, mas por trás da cortina tem gente operando na mão. O nome vem do filme: a máquina impressionante era um homem puxando alavancas. No teste, o usuário vive a experiência completa, e você aprende com ela, sem ter construído a tecnologia que a sustentaria.
Isso serve quando o que você quer validar é a experiência ou a demanda, não a viabilidade técnica. Construir um motor de recomendação de verdade custa caro. Simular as recomendações com uma pessoa escolhendo no escuro custa pouco e já mostra se as pessoas valorizam o resultado.
Na prática é trabalhoso e não escala, então é coisa de teste pontual, não de produto em pé. Mas como aprendizado barato sobre uma aposta cara, entrega muito antes de qualquer linha de código séria.